Este é um exercício literário com a inteligência artificial "Copilot", da Microsoft Bing. Escolhi um tema (o amor de um casal durante a pandemia de covid-19, que mesmo sob ameaça e incertezas, tornou-se mais forte e consciente), inseri algumas diretrizes formais e estilo da linguagem, com dísticos decassílabos, para aproximar da versificação shakespereana. Acompanhei o resultado. Esses versos são criação da máquina. Depois, usei a voz do Google tradutor, um programa de edição de áudio e vídeo (Shotcut) pra juntar os arquivos, o Canva e mais uma música de fundo no Instagram.
É um primeiro exercício, e estou testando os arquivos dessa IA para ver o quão longe posso chegar. Não tenho intenção de deixar o trabalho de produção para a máquina e ganhar os louros da fama. Mas não vou me furtar de ver aonde pode chegar essa criação humana, e testar, não os limites dela em sensibilidade artificial, mas os meus em inventividade e imaginação através desse grilo falante em meus ombros.
Mas se eu dissesse que esse poema é de minha autoria, como ele seria analisado, e que comentários à minha criatividade teriam sido emitidos por quem se zanga com o lesa-criação, mas não com a própria percepção sobre o que é criativo e humano?
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